Métodos naturais para aliviar a dor do parto

Existem vários tipos de parto (natural, alternativo, ativo, auxiliado ou manuseado por médicos ou ainda a combinação de várias dessas opções). Porém, umas das maiores preocupações das mulheres é com a dor, a tão famosa dor do parto.

O parto natural é entendido com o parto que evita o uso de drogas/medicamentos para diminuição da dor, com isso é utilizado outras substâncias e estratégias naturais para ajudar a amenizar essa dor.

Esses recursos ajudam no relaxamento e a acalmar a mãe durante o trabalho de parto, porém é importante saber que não retiram completamente a dor. É necessário que tanto a mãe quando os acompanhantes que estarão com ela recebam instruções claras sobre as alternativas para o momento, inclusive se a mãe decidir a hora do parto partir para uma intervenção medicamentosa. Conversa com clareza com seu médico e veja quais as opções que você pode trabalhar na hora. Veja também como o hospital maternidade realiza os procedimentos de parto natural. Se você precisa de informações sobre como escolher o hospital maternidade para o nascimento do seu filho acesse aqui o nosso outro artigo a respeito.

Calor e frio

Utilizar o chuveiro com água quente ou um pano embebido com água quente nas costas ajuda a aliviar as dores e cãibras. Já o pano embebido com água fria no rosco ajuda a aliviar a tensão. Esses métodos ajudam acalmar e relaxar, porém eles não diminuem a dor, mas ajudam a mãe a suportar.

Movimente-se. Evite ficar ficar parada

O movimento ajuda a driblar as dores e diminuir o incomodo das articulações. Tente andar sempre acompanhada de alguém, para te ajudar e também poder socorrer se algo inesperado acontecer. Busque mudar sempre de posição, até achar uma que te permita ficar mais confortável.

Massagem

Os movimentos de massagens nos ombros ajudam a aliviar a tensão. Peça para que a doula ou seu companheiro faça massagens nos seus ombros, pescoço e nas costas. Talvez você e seu companheiro possam praticar essa técnica antes de parto, isso gerará mais intimidade em vocês e fará com que ele se sinta participativo nesse momento especial.

Aromaterapia

O uso de óleos essenciais aliados a massagens ajudam a auxiliar no alívio da dor.

Acupuntura

Deve ser administrado com a ajuda de um profissional especializado na área, em trabalho de parto e que possa te acompanhar nesse momento. Ele saberá onde deve ser inseridas as agulhas, quais pontos específicos para o alívio da dor pela liberação dos analgésicos (endorfinas) do próprio corpo.

Reflexologia

Também deve ser administrada por um profissional que vai identificar os pontos específicos nos pés para alívio da dor muscular e demais problemas pelo corpo. Além disso, massagem em partes inferiores do corpo é bastante relaxante.

Hipnose

É um método bastante utilizado na Europa nos hospitais maternidades e já se demonstrou muito eficiente. Consiste em ministração de técnicas de relaxamento aliados a sugestão de que é possível suportar e controlar a dor. Deve ser realizada por um profissional e com alguns meses de antecedência. Ideal para quem acaba de descobrir que está grávida e deseja um parto natural. Procure um psicologo especializado.

Utilize a gravidade ao seu favor

Uma das posições que mais favorecem o progresso do parto é a que a mulher fica sentada ou em cócoras. Essa posição favorece o progresso, tornam as contrações mais eficazes, aumentam a resistência da mulher e ajuda na abertura do útero. Quando se está deitada a sensação é que mulher está lutando contra a gravidade, empurrando para cima, mas na posição agachada a gravidade ajuda a trazer o bebê para baixo

Parto na água

A água ajuda no alivio da dor, principalmente na primeira etapa do trabalho de parto. Recentemente a técnica também participa da etapa da expulsão do bebê que nasce realmente dentro da água. Dentro da banheira ou piscina a mulher consegue se sentir menos pesada por conta da tensão da água, ajuda a ter mais sustentação para o corpo e melhora as sensações. Porém, é importante estar com uma equipe preparada para acompanhar esse momento, evitar acidentes tanto com a mãe quanto na hora que o bebê nasce, para que ele não se afogue.

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Como escolher o hospital maternidade para o parto? Melhores critérios para escolha

O parto é um dos momentos mais importantes durante toda essa jornada da gestação, afinal é o momento da chegada do bebê. Muitas mães idealizam seus partos de diversas maneiras e a hora de escolher o hospital ou método que esse bebê chegará pode ser angustiante.

Há várias mulheres que escolhem parto natural, em casa, com acompanhamento de doulas entre outras escolhas que não incluem hospital, equipe médica e possível intervenção de emergência. Mas, há mulheres que preferem contar com toda a estrutura necessária para se sentirem seguras e evitar qualquer problema de emergência.

Para você que deseja saber como escolher um bom hospital e quais critérios devem ser observados segue as dicas abaixo:

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  • Primeiro lugar converse com seu médico e veja onde ele prefere trabalhar. Há médicos que fazem partos em diversos hospitais e eles já conhecem a estrutura de cada local, as especificações e particularidade de cada local. Tenha uma conversa franca com ele e pergunte: Onde você prefere trabalhar? E por que?
  • Procure pessoas que já tiveram seus bebê nesses locais. Nada como conversar com quem já teve um bebê nesse hospital. Procure pessoas que já tiveram parto normal e cesária. Se você não conhecer, talvez vale ir na maternidade e conversar com algum parente que esteja lá no momento e possa te receber para trocar uma idéia.
  • Escolha como você deseja que seja seu parto: Tem mulheres que já tem em mente que tipo de parto deseja ter ou tentar. Caso você queira parto normal, precisa ver com seu médico sobre: como será o acompanhamento, se ele ficará com você durante todo o trabalho de parto (independente de quantas horas levará), se serão doulas ou enfermeiras que te acompanharão, se você terá acesso a medicamentos que diminuem a dor ou não e em qual momento, qual o procedimento em caso de uma cesária de emergência, qual a estrutura disponível para parto normal (bola de pilates, chuveiro com água quente, cama que permite ficar numa posição confortável).
  • Dica importante para parto normal: saiba como são as políticas de uso de incisão no períneo (episiotomia) para facilitar a passagem do bebê ou utilização de qualquer outro método ou instrumento que facilite a saída do bebê. Isso te ajudará e muito, pois muitas mulheres sofrem violência obstétrica, por isso procure se informar e evite cortes e procedimentos que não sejam realmente necessários ou autorizados;
  • Vale procurar saber também: horário de internação; tipo e quantidade de visitas que você pode receber; tipo de quarto ou enfermaria; se você pode distribuir lembrancinhas e/ou colocar enfeites na porta; se você pode receber fotógrafos e equipe de filmagem; se um acompanhante pode dormir com você durante toda a internação; se seu bebê pode ficar ou não no berçário a primeira noite; quais são os itens da mala do bebê e da mãe que aquela marternidade exige; serviços e valores que são cobrados a parte.
  • Alguns hospitais pedem para você descrever que tipo de acompanhamento você deseja (plano de parto). Procure descrever o máximo antes e conferir com a equipe do hospital como é o procedimento padrão deles e assim negociar aquilo que talvez não seja da sua vontade.
  • Procure o hospital maternidade com antecedência (entre as 30 e 32 semanas de gestação) e agende uma reunião para esclarecer todas as dúvidas, como numa entrevista mesmo.
  • Procure conhecer todas as pessoas envolvidas ou pelo menos as essenciais, como o obstetra e o anestesias, além da equipe de berçário;
  • Se não quiser, você não precisa deixar que estudantes de medicina estejam na sala de parto com você;
  • Procure saber se seu companheiro pode estar com você na sala de parto, se pode cortar o cordão umbilical, mesmo no caso de cesária e se pode te acompanhar no momento de levar ponto;
  • Priorize hospitais que tenham estrutura que podem ser usadas em caso de emergencia como UTI e UTI NeoNatal;
  • Em caso de parto de bebês do sexo feminino há mães que preferem que a bebê tenha sua orelha furada e brinco colocado na maternidade. Porém, essa prática é feita por enfermeira de maneira particular e alguns hospitais proíbem. Já ocorreram casos em que as mães autorizaram a perfuração da orelha e o hospital mandou retirar o brinco depois, causando dor no recém-nascido.
  • Procure saber sobre as políticas: de segurança para impedir troca e sequestro de bebê; de indução de parto, administração de medicamentos para dor (e em que momento) ou participação ativa sem medicamento, rompimento artificial de bolsa; uso de técnicas de relaxamento e música; se você pode escolher a melhor posição para ganhar o bebê; se pode escolher ver a cabeça do bebê saindo; se você pode escolher ter seu bebê colocado no seu colo logo após o nascimento; se seu companheiro pode participar do momento de sucção da passagem de ar do bebê; ajuda de enfermeira para você amamentar; se seu companheiro e você terão oportunidade de ficar a sós com o bebê na sala de parto; com quantos dias você pode deixar o hospital.

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Grávida pode viajar de avião? Dicas para facilitar

Geralmente não há nenhuma restrição para viagens de avião, porém se sabe que certos ambientes devem ser evitados, principalmente a certa altura da gestação.

É importante conversar com seu médico, especialmente se você tem pré disposição a determinados problemas de saúde como pré-eclâmpsia. Geralmente existe um tempo de corte que as companhia aéreas estabelecem como não viajar após 32 semanas de gestação.

Mas, se você ainda não está de 32 semanas ou mais e não tem doenças como a pré-eclâmpsia, vamos te dar algumas dicas para tornar suas viagens mais confortáveis e seguras:

  • Garanta bastante espaço, para que você possa esticar as pernas. Tente levar um travesseiro e colocá-lo embaixo das pernas para te ajudar com a circulação, evitando inchaço;
  • Para viagens longas, vale apostar em meias de compressão para ajudar, evitando inchaço e problemas de circulação;
  • Escolha assento próximo ao banheiro;
  • Leva uma garrafa d’agua com você e um lanche, como barra de cereal e goma de mascar, pois ajudam quando surgir aquela fome, evitando baixa de pressão ou falta de glicose, além de que a goma de mascar ajudam a evitar dor de cabeça por conta da altitude;
  • Não tome nada alcoólico, pois o álcool aliado a baixa de oxigênio podem te fazer ficar zonza;
  • Tente, sempre que puder, andar um pouco ou fazer exercícios nas pernas, para evitar problemas como trombose;
  • Use sapatos confortáveis e com o tamanho uma pouco maior, pois seu pé pode inchar e o sapato pode te machucar;
  • Flexione, estenda e gire o pé dez vezes para cada lado e massageie sua panturrilha de hora em hora.
  • Tenha com você seus exames de gravidez, cartão de plano de saúde e informe a companhia aérea e a tribulação sua condição para que eles tenham ciência de como você está e como podem te ajudar caso algo aconteça.

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Efeito das drogas na gravidez

O uso de drogas (lícitas ou ilícitas) são prejudiciais em qualquer fase da vida, para qualquer pessoa, em qualquer circunstância. Agora utilizar substâncias assim enquanto se está gerando um outro individuo é altamente prejudicial, principalmente para esse pequeno ser humano com poucas chances de se defender e em pleno desenvolvimento de toda a sua estrutura e capacidade (psicológica, física, neural)

Vamos descrever aqui o que cada uma das mais famosas substâncias podem causar (até onde se sabe, pois vários estudos já provam que os riscos e prejuízos são imensos, assim a medicina ainda está descobrindo alguns desses inúmeros prejuízos):

Cigarro

O fumo, seja passivo ou ativo, reduz o oxigênio e os nutrientes que são levados pela placenta para o bebê. Durante a gravidez aumenta o risco de sangramento, abrupção da placenta (descolamento), aborto e nascimento prematuro. Essa criança já é gerada com uma baixa absolvição de nutrientes e geralmente nasce abaixo de peso e vulnerável a inúmeras doenças, podendo vir a se tornar um indivíduo com problemas de saúde pela vida toda.

Álcool

O consumo de álcool pode levar a problemas mentais e físicos ao feto. Existe o que se chama de “Síndrome alcoólica fetal”, que pode atingir o bebê de forma que ele nasça pequeno e com defeitos congênitos. Os seus olhos ficam geralmente muito espaçados, um nariz plano e possível fenda palatina, além de poder apresentar certa dificuldade de aprendizagem no futuro.

Demos aqui mais espaços paras drogas lícitas, pois elas são amplamente consumidas e até estimuladas. Mas, agora alguns dos efeitos das drogas ilícitas:

  • Anfetaminas: Causa baixo peso ao bebê. Uma criança mais fraca e desnutrida;
  • Cannabis (maconha): Parto prematuro e com risco de anomalia cromossômica;
  • Cocaína: Parto prematuro, sangramentos, bebê com baixo peso ao nascer. Além de problemas psicológicos, de desenvolvimento e aprendizado;
  • Ectasy: Além dos possíveis efeitos sobre a mãe, como desidratação e mudanças de personalidade, o uso de ectasy pode aumentar os riscos de aborto, sangramento e descolamento de placenta.
  • Heroína e metadona: Peso baixo para o bebê, parto prematuro. Após o parto o bebê pode ter sintomas de abstinência, risco de convulsões, risco de morte súbita;
  • LSD: Defeitos de nascimento.

Esses são problemas que a medicina já detectou, porém já se percebe vários problemas emocionais aos indivíduos que foram gerados em contato com essas substâncias tão perigosas, como transtorno de ansiedade e de personalidade pânico, depressão entre outras doenças emocionais.

Alimentos e infecções na gravidez

Uma das maiores dúvidas para mulheres que descobrem que estão grávidas é entender o que pode ou não ser ingerido na gestação e quais reações podem causar no bebê a ingestão de tal alimento.

Algumas substâncias podem ser bastante termogênicas e acelerar/estimular muito o metabolismo, o que pode provocar alterações ruins ou até abortivas ao bebê, por isso deve ser consumidas com bastante moderação ou até evitadas. Alguns exemplos são os chás, cafés (mesmo os descafeinados), canela, hibísco, chocolate, entre outros.

Já alguns alimentos podem ser possíveis transmissores de doenças e infecções graves e para as grávidas podem ser extremamente prejudiciais, pois podem causar aborto, nascimento prematura ou de bebês com várias limitações ou problemas de saúde. Veja quais infecções são essas e quais alimentos devem ser evitados:

Proteja seu bebê

Listeriose (carnes e laticínios)

A Listeriose, provocada pela bactéria Listeria Monocytogenes, é uma infecção rara, mas mesmo assim deve-se ter muito cuidados ao ingerir os alimentos transmissores, pois seus sintomas são semelhantes aos da gripe e da gastroenterite e ela pode provocar abortos ou natimorte.

Evite alimentos como:

  • Fígado e pates de fígado:
  • Laticínios não pasteurizados, especialmente queijos macios, como brie camembert e queijos azuis;
  • Comidas congeladas e pré prontas, especialmente que contenham frutos do mar e frango;

Toxoplasmose (carnes)

É uma doença geralmente assintomática (não apresenta sintomas), porém provoca sérios problemas para o bebê. Causada pelo contato direto com o Toxoplasma Gondii, organismo encontrado em fezes de gatos, carne grua (principalmente de porco) e leite de cabra não pasteurizado. A areia em frutas e vegetais pode estar contaminada também, por isso cuidado especial ao lavar os alimentos e evitar comer vegetais fora de casa (em restaurantes por exemplo).

Evite alimentos como:

  • Carne mal cozida (churrasco com carne mal passada);
  • Carne de porco;
  • Comida japonesa;
  • Vegetais e folhas mal lavadas

Salmonela (ovo e aves)

A salmonela é a infecção causada para bactéria Salmonella e pode provocar intoxicação alimentar bacteriana. Isso geralmente não afeta o feto, mas qualquer doença com sintomas de temperatura alta, vômitos, diarreia e desidratação pode provocar aborto ou parto prematuro.

Evite:

  • Receitas a base de ovos onde esses estejam mau cozidos ou cru (omeletes, ovos mexidos). Tenha certeza que o ovo foi bem processado e a receita não está crua ou mal passada.
  • Receitas com frango ou outras aves também crua ou mal cozida.

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Mudança na pele, unha dentes e cabelo na gravidez

Quando se está grávida obviamente várias mudanças começam a acontecer. São muitos hormônios atuando para que o bebê se desenvolva e então algumas mudanças na aparência começam a ficar nítidas. Algumas alterações são boas e outras nem tantos.

Aparência e pele

O sangue extra que circula no seu corpo pode fazer sua pele reter mais umidade, ficar mais flexível e com menos manchas. No entanto, hormônios da gravidez podem provocar problemas em certos tipos de pele; o estrogênio desacelera a produção de óleo, seca a pele e e escurece sardas. Você deve suspender medicamentos antiacne durante a gestação, pois alguns podem ser nocivos e deve aumentar a hidratação com produtos corretos.

Para quem tem pele oleosa normalmente use adstringente como parte da sua rotina de maquiagem e limpeza de pele e também use hidratante específico para pele oleosa, além de evitar lavar o rosto mais de duas vezes ao dia.

Para quem tem pele seca evite usar sabonete que podem ressecar mais a pele. Use bastante hidratante ou óleos de banho, loções de bebê e tome banho com água morna e não quente.

Mantenha- se sempre hidratada e evite estrias

Cabelo

Quando se está gravida o seu cabelo fica na fase de crescimento, o que significa que ele pode ficar mais grosso e brilhante. Para algumas mulheres isso é muito bom, já que seus cabelos ficam mais bonitos. Mas algumas mulheres sentem que não conseguem tratar seus fios e nem domá-los. Se você for desse grupo de mulheres que está com dificuldade de cuidar dos cabelos, talvez seja uma boa hora de apostar num corte mais curto, mudar o cronograma capilar, o tipo do xampu e usar algo mais hidratante e suave. Já depois do nascimento é normal que haja uma queda brusca de cabelo por conta da alteração hormonal e, às vezes, da anestesia. Converse com seu médico e peça a ele dicas de suplementação de vitaminas, para já te ajudar a prevenir no futuro essa queda de cabelo.

Dentes e gengivas

Assim que você engravida, marque uma consulta com seu dentista. A gravidez afeta suas gengivas, tornando-as esponjosas e inclinadas a infecções. Então é importante ter seus dentes examinados e higienizados regularmente. Você deve dizer ao dentista que está gravida, pois não deve fazer exames que passem pelo Raio X e nem tomar anestesia.

Unhas

Elas podem crescer mais rápido durante a gravidez ou se tornarem mais frágeis. Se esse for o seu caso, mantenha-as curtas e use luvas quando estiver fazendo trabalhos domésticos. Veja com seu médico também suas dosagens hormonais e verifique sua alimentação, para te ajudar a manter suas unhas mais saudáveis.

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Comer melhor na gravidez – dicas para uma gestação saudável e sem exageros

Há cuidados que só a mãe pode ter, pois durante a gravidez e a lactação só a mamãe é responsável por oferecer ao filho todos os nutrientes necessários para o seu crescimento e desenvolvimento saudável. Tudo o que for benéfico para o bebê é consequentemente benéfico para a mamãe.

Tente esquecer a idéia de que grávida deve comer por dois, pois nessa mentira pode colocar você e seu bebê em perigo, uma vez que o sobrepeso e excesso de alguns alimentos podem desenvolver doenças como diabetes gestacional, hipertensão, além de dores no corpo que, ao final da gravidez, trarão muito incomodo. O segredo está na qualidade e não na quantidade.

É recomendado que a grávida consuma 300 calorias a mais por dia somente a partir do segundo trimestre.

Gravidez com saúde

Mantenha uma dieta saudável, variada e balanceada. Evite a todo custo refrigerantes, excessos de doces e outros alimentos que contenham açúcar, além de frituras e carnes gordurosas, embutidos, pães, massas.

Dicas para comer melhor

  • Faça ao menos 3 refeições principais (café, almoço e janta) e dois lanches saudáveis por dia, comendo de 3 em 3 horas;
  • Beba muita água, no mínimo 2 litros, isso te ajudará inclusive a reduzir o risco de ter estrias, pois uma pele hidratada diminui o risco do aparecimento delas;
  • Prefira cereais e alimentos integras (pães e massas integras);
  • Consuma muita fibra para te ajudar a não ter prisão de ventre (aveia, linhaça, chia, feijão, lentilha). Mas não se esqueça da água, pois a combinação dos dois (água e fibras) é que vai te ajudar a melhorar caso você tenha prisão de ventre;
  • Descasque mais e desembale menos. Prefira frutas e alimentos fresco ao invés de bolachas, biscoitos e outros alimentos processados;
  • Quanto mais colorido o seu prato for melhor. Com isso, inclua alface, tomate, pepino e bastante legume nas suas refeições principais.
  • E caso você não goste de alguma verdura ou fruta, tentei fazer sucos, pois é mais fácil de ingerir, como suco de couve com limão e maça, abacaxi com beterraba e ou laranja com cenoura.
  • Fale com seu médico para que ele te indique a ingestão correta de Ômega 3 e Ácido Fólico, pois é super importante para a formação do sistema nervoso do bebê.
Cereais na gravidez são muito importantes

O que não comer na gravidez

  • Carnes mão passadas e/ou cruas, pois você deve evitar os transmissores de bactérias. Então evite comida japonesa;
  • Não consuma bebida alcoólica e nem cigarros;
  • Evite refrigerantes, suco industrializados e biscoitos recheados, pois possuem muito açúcar;
  • Cuidado com chás, tenha certeza que o chá que você deseja consumir pode ser consumido na gravidez. Chás como de hibisco, alecrim e canela não devem ser consumidos;
  • Reduza a quantidade de sal nas refeições;

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Mala do bebê para maternidade: o que levar

O grande dia está chegando e você precisa se prepara com antecedência para não esquecer de nada que seja verdadeiramente importante.

No dia do nascimento de uma criança são tantas preocupações que não é legal perder tempo com detalhes que podem ser preparados de antemão. Com certeza se você se programar poderá curtir o dia com muita alegria, conforto e comodidade.

Então, vamos à lista que você precisar levar na mala de maternidade do bebê:

  • 1 Mala de maternidade para o bebê;
  • 2 Casaquinhos de lã ou malha;
  • 3 Pagãos;
  • 3 Mijões;
  • Fraldas descartáveis;
  • Lenços de limpeza;
  • Pomadas para assaduras;
  • 6 Fraldas ou toalhinhas de boca;
  • Escova para cabelo
  • 3 Macacões compridos;
  • 3 Pijamas;
  • 2 Mantas de Algodão;
  • 3 Pares de meias;
  • 2 Toalhas;
  • 1 Gorro (se tiver frio);
  • 1 Par de Luvas;
  • 1 Roupas para o bebê sair do hospital.

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Mala da mamãe para maternidade: o que levar

O dia da chegada de um bebê é um dia cheio de expectativas e apreensões. Então é importante se prepara com antecedência para que nada esteja em excesso, para não atrapalhar, mas principalmente nada falte no momento, o que pode chegar transtornos de última hora.

Pensando nisso, preparamos uma lista de coisas que são muito importantes para a futura mamãe levar para a maternidade.

Vamos focar no conforto e na praticidade dessa mala de maternidade para a mamãe, ok?

Mala da maternidade da mamãe:

  • 1 Bolsa de Maternidade;
  • 3 Camisolas ou pijamas com abertura (para facilitar a amamentação);
  • 5 Calcinhas com cintura alta;
  • 3 Sutiã de amamentação;
  • Protetores de seio;
  • 2 Toalha
  • 1 Robe;
  • 1 Par de chinelos ou pantufas;
  • 1 Roupa para saída do hospital;
  • Nécessaire com: sabonete, xampu, condicionador, escova de dente, creme dental, maquiagem, lenços umedecidos, prendedores de cabelo, desodorante sem perfume, cremes anti- estrias sem perfume, pente ou escova de cabelo;
  • Absorventes especiais;

Leve também:

  • Seus documentos e do seu acompanhante;
  • Exames;
  • Receitas de medicamentos tomados durante a gravides;
  • Telefone do médico;
  • Carteira do convênio e autorizações que são exigidas de acordo com seu plano de saúde;

Vale lembrar:

  • Enfeites de porta;
  • Lembrancinhas;
  • Máquina fotográfica;
  • Carregador de celular;

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Riscos ao doar óvulos

No Brasil a doação de óvulos precisa seguir algumas regras, como:

  • Doação deve ser voluntária e não pode haver negociação monetária envolvendo o procedimento;
  • Para doação compartilhada, só poderão doar mulheres que estão em tratamento para engravidar;
  • A mulher que gerou o bebê sempre será considerada a mãe da criança;
  • Em casos de barriga solidária, a beneficiária do procedimento é que será considerada mãe;

No Brasil, um procedimento de fertilização in vitro particular custa entre R$ 16.000,00 a R$ 30.000,00 (dependendo, é claro, de vários outros fatores). Porém, várias clínicas de fertilidade tentam facilitar o encontro de mulheres que sonham com o desejo de ser mãe a outras mulheres que também possuem esse desejo, porém não podem arcar com o alto custo.

Isso é chamado de doação compartilhada: uma mulher saudável, com idade de até 35 anos, que possui dificuldade de engravidar por parte do parceiro (no caso o homem é infértil) e que não tem condições financeiras de arcar com o tratamento compartilha seus óvulos com uma outra mulher que precisa desse material para engravidar.

A mulher receptora (que receberá o óvulo) analisa o perfil da doadora com base no banco de dados dos estabelecimentos. As clínicas que realizam essa ponte (mãe receptora com mãe doadora) exigem que a doadora preencha uma ficha com várias perguntas relacionadas a sua vida, escolhas, preferências, bem como características físicas tais como: cor da pele, dos olhos, altura, peso, preferências de lazer, se pratica ou não atividade física, grau de escolaridade, histórico de doenças na família, religião, além claro, apresentação de uma série de exames médicos. Com isso em mãos, a receptora faz a escolha de qual “tipo de DNA e pessoa” ela prefere escolher para ser seu bebê.

Uma coisa importante para quem vai doar seus óvulos é saber que esse procedimento no Brasil é permitido somente para mulheres que também desejam engravidar. Não é como doar sangue no hemocentro da sua cidade. A doação de óvulos demanda muito da mulher doadora, além de haver riscos a sua saúde. Assim, somente deve ser feito por aquelas que já estão em tratamento para engravidar e que só poderiam realizar esse sonho da maternidade por meio de fertilização in vitro.

Principais problemas decorrentes da doação de óvulos:

  • Síndrome da Hiperestimulação do Ovário (SHO). Essa síndrome pode causar desde enjoos fortes durante e depois da administração das injeções de homônimos e estimulantes para ovulação até trombose e esterilidade. Por isso, é muito importante procurar uma clínica idônea e responsável, que saiba administrar as doses certas dos medicamentos (que são muitos e fortes), que se preocupe em cuidar da saúde da doadora e não somente visando fazê-la gerar o maior número de óvulos possível.
  • Torção de ovário. A torção é algo raro, mas que pode acontecer com mulheres que passam por tratamentos de infertilidade. É quando a trompa torce sobre o próprio ovário cansando um “infarto” desse ovário. O caso só é solucionado por meio de cirugia de videolaparoscopia e a mulher corre o risco de perda desse ovário se não for socorrida a tempo.
  • Distúrbios hormonais;
  • Inchaço
  • Depressão;
  • Aumento ou diminuição de preso, entre outros problemas.

Além dos problemas físicos e emocionais que tratamentos hormonais podem causar, existe também o fator ético que deve ser levado em consideração. Muitas mulheres não estão preparadas para viver com o fato que haverá um ou mais ser humano, que possui metade do seu DNA, vivendo com outra família e que não se pode conhecer, às vezes nem saber se realmente existe. Uma vez que o óvulo é doado, a doadora não pode ter qualquer contato ou informação relacionado a esse potencial individuo. Isso, para algumas pessoas, pode causar sofrimento se não for bem administrado e compreendido.

Doação de óvulos para mulheres que não podem engravidar e só conseguem realizar esse sonho por esse caminho é um ato de amor. Doar a possibilidade e a viabilidade de uma mulher realizar o desejo da maternidade é um privilégio, porém isso deve ser realizado dentro de protocolos rígidos, em clínicas idôneas e legalizadas, avaliando principalmente a saúde e bem estar das mulheres envolvidas. Nunca admita passar por qualquer tratamento ou procedimento médico em um local clandestino e de maneira inadequada.